terça-feira, 19 de junho de 2012

SOCO NOS QUEIXOS

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«Acabei de perceber uma coisa: o problema da poesia portuguesa não são os poetas, não são os leitores, não são as editoras, não é a imprensa, não é o mercado, não é a crítica: são as pessoas. Acabei de perceber que, de um modo geral, por trás de um grande poeta há, quase sempre, um homem fraquinho. Por trás de um grande leitor há, quase sempre, um homem fraquinho. E por trás de um grande editor há, quase sempre, um homem fraquinho. É mesmo preciso continuar?»

Catarina Barros

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