quinta-feira, 22 de setembro de 2011

BREVE ESTÓRIA DA POESIA CONTEMPORÂNEA E DO ÚLTIMO SÉCULO

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Parecemos um bando
de românticos
tardios. Vendemos
por ouro as palavras
quando pouco
mais valem que latão.

Sabemos que Atlântida
no fundo não
existe e Veneza
é à superfície.

Somos historicamente
invertidos simbolistas
em potência.

Caímos, invariáveis
na mentira
e no exagero.
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