quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

E VAI ASSIM PAGANDO O JUSTO, CADA VEZ MAIS À JUSTA, PELO PECADOR

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Se houve algo que me chateou esta semana esse algo foi o protesto do ensino privado a propósito dos cortes do governo no seu financiamento. Muito sinceramente, pensava eu, até então, que o ensino privado vivia dos seus lucros e despesas, mas pelos vistos não. Sabido isto, mais uma vez temos a prova de que, neste país, mais do que um estado social que dá prejuízo temos um estado, financiador, pai de filhos mimados e gastadores. Nem quero sequer imaginar a quantidade de financiamentos a torto e a direito que por aí se distribuem enquanto um remediado, que não quer mais mas também não quer menos do que o que tem (funâmbulo em potência e a caminho do fim do fio) esfrega um olho. E vai assim pagando o justo, cada vez mais à justa, pelo pecador. Começo a acreditar que a grande premissa desta época, na posição periclitante em que me situo, é nada mais, nada menos, do que a inevitabilidade. Corta!
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