terça-feira, 9 de novembro de 2010

Como contar uma história sem qualquer tipo de moral mas recheada pormenores soberbos?

Fácil. Vejam “A Rede Social” e está tudo lá: a sede de dinheiro, de conhecimento, de reconhecimento; o medo de não nos sentirmos ligados ao mundo; o sexo, o amor, o medo da desilusão. As elites enquanto ponto de partida e normativo. A bizarria da realidade que só vale enquanto fenómeno evolutivo. Acima de tudo, implicitamente: o mundo é isto e nada mais do que isto. Cliché atrás de cliché para revelar a privação da realidade que nos tolhe libertadora. As nossas fobias, cansaços, necessidades. De fio a pavio.
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