quinta-feira, 15 de julho de 2010

VERDADES ABSOLUTAS

 .
 .

O apelo, na amplitude
da tua pele, exige de mim
uma atitude única:
só acredito em deus
quando partilho contigo o silêncio.

Das raízes do teu cabelo,
lianas caídas
entre os meus dedos,
morrem todos os meus sonhos
e pesadelos, esperanças
perdidas e encontros,
nos teus poços de luz e humidade.

Juro que da primeira
vez que te vi
nenhuma beleza em mim
me perspectivava os teus temporais
e mutáveis contornos.
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