sábado, 3 de julho de 2010

DO MAL O MENOR

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Recentemente, num país plantado como um eucalipto, um fotógrafo, num país de parolos e amestrados sociais excitados com uma atitude louvável (e foi, de facto), rejeitou um prémio de valor monetário significativo porque o estado decidiu, trapaceiramente, cobrar um imposto de conformação para distraídos. Mais tarde, descobri (eu que começo a ter medo deste abominável mundo novo da finança), enquanto lia o suplemento de um jornal bem conhecido da nossa praça, que tal herói era um dos artistas expostos no *** ARTE & FINANÇA, no  financial district de Lisboa. Mal por mal, embora uma coisa não iniba a outra, preferiria dar dinheiro ao estado e receber algum do que compactuar com a escumalha da alta finança, os novos e inovadores ditadores do século vinte e um. Mas pronto, cada um sabe de si e dos outros e eu só falo por mim, claro.
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