domingo, 28 de março de 2010

COM MUITO GOSTO!

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Um grande livreiro, segundo as pessoas, é sempre um gajo de respeito, respeitado. Um livreiro, só, também deve ser respeitado, mas os cuidados são outros. E se esse livreiro, já não sei se grande ou pequeno, não merecer respeito - perguntem. Simples. Manda-se o livreiro para o caralho como quem caga em cima dele, com todo o tipo de respeito e sem qualquer tipo de maldade. E para não pensarem que passo do figurativo ao abstracto sem passar pelo concreto, cheguemos então a ele (Paulo da Costa Domingos). Sou (pelos vistos. E que gosto!) um artista de primeira linha e amigos na mesma como se quer e gosta. Já li coisas bem mais interessantes no site da frenesi, mas mesmo assim acredito, sem qualquer tipo de recalcamento de florzinha, que há sempre qualquer coisa a aprender por lá. Quando mais não seja, pode-se sempre perceber que os homens, mas não só, enquanto seres ressabiados (que preferem seguir o óbvio e mais imediato), são gajos muito muito maus. Mas só quando isso lhes interessa; quando lhes cega a mostarda ao nariz. O resto, bem, o resto: o resto são cantigas de amigo desconhecido que tenta apenas não morrer nem deixar morrer os outros por ignorância, com alguma profundidade pouco técnica e também alguma pouca alegria à mistura. E eu nunca pedi mais do que isso, um computador e umas palavras, para fornecer um novo dia. 




E agora, para não pensarem que não faz sentido algum, aqui fica o texto que me levou a escrever isto, a perder vinte minutos da minha vida sem responder, claro, às perguntas do homem, até porque são óbvias e infantis:


«Então ó joãozito bimbo, continuas sem coragem para assumir a gracinha?... Eu até estaria disposto a fazer um boneco no papel para te explicar os meandros financeiros que tanto perturbam a tua tolita de alho chocho...
Umas peguntitas, entretanto, para ires meditando:
O leitinho que bebes descansadamente em casa sem mexeres uma palha para o produzires, quanto custa à saída da teta da vaca?... Olha que o dono do ruminante levanta-se à hora a que tu vais deitar-te, depois de cagares muitas sentenças internéticas. Sabes fazer contas, ou queres que te faça o boneco?...
E a aguinha canalizada com que lavas o focinhito, foste tu que construíste essa rede social, ou chegou-te a casa tudo pronto a somente consumires irracionalmente?...
Nem cara tens para sair do anonimato.»


PCD


E agora pergunto eu, e talvez não espere uma resposta, que gracinha?
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