sábado, 27 de março de 2010

CLUBBED TO DEATH

 .
 .
Se quero falar de amor,
lembro-me do homem (ou seria
uma mulher?) que decidiu abdicar de tudo
para ficar ao lado de uma imagem,


de uma história que um dia cessou.
E se agora escreve, é só porque tudo,
depois dela, mudou. E é esse
o poder cruel do amor: uma rima


dissonante, uma alegria que não
esquece: Quatro pessoas
no lugar de outras duas.
 .
 .

Sem comentários: